Fala, galera, beleza? Aqui seguimos com mais um meio de transporte, dessa vez avaliamos o transporte fluvial por meio de canoas no rio Parnaíba, rio que percorre a divisa dos estados do Piauí e Maranhão.
O transporte feito por canoa é muito utilizado pelos teresinenses e timonenses, principalmente pelos timonenses que trabalham em Teresina. Mesmo tendo três pontes (Amizade, Metálica e Tabuleta) que ligam as cidades, muitas pessoas aderem à esse meio devido sua praticidade e preço, pois se torna mais rápido do que algum meio de transporte rodoviário devido à ausência de trânsito e custa apenas R$ 1,50 por travessia.
Travessia do rio Parnaíba entre Teresina-PI e Timon-MA.
Travessia do rio Parnaíba entre Teresina-PI e Timon-MA.
A rotina dos canoeiros começa logo cedo às 5h30 da manhã e vai até às 19h, todos os dias da semana, inclusive feriados. São feitas em média de 300 viagens por dia, segundo um canoeiro que não quis se identificar. Ainda segundo o canoeiro, a cada dois anos é feito manutenção nas canoas, no local pudemos ver que as canoas parecem bem conservadas. Pudemos ver também que mesmo tendo coletes salva-vidas a população não faz uso alegando ser bem seguro e que não necessita utilizar nesse pequeno trajeto, que dura em torno de 6 minutos. Há aí um excesso de confiança que pode trazer riscos mesmo sendo uma embarcação bem segura.
Travessia do rio Parnaíba entre Teresina-PI e Timon-MA.
Travessia do rio Parnaíba entre Teresina-PI e Timon-MA.
Os locais de atracação (cais) têm pouca acessibilidade, mas satisfaz a demanda da maioria dos usuários. Abaixo, mais algumas fotos dos cais de Teresina e Timon.
Cais de Timon-MA
Cais de Teresina-PI
Cais de Teresina-PI
Cais de Teresina-PI
O rio Parnaíba tem 1.700 km de extensão, indo de um extremo ao outro do Piauí, passando por muitas cidades e povoados ribeirinhos. Infelizmente, o rio não permite a navegação de embarcações de grande porte, aquelas que tem um calado extenso (distância entre a quilha da embarcação e o nível da água), devido aos assoreamentos em grande parte da extensão do rio, inviabilizando o uso de embarcações para fazer transporte de pessoas e outros tipos de carga.
Ficamos por aqui, pessoal! Até o próximo meio de transporte. Abraço.
E
ai galera, aqui seguimos com o nosso quinto meio de transporte. A nossa
escolha de hoje foi uma caminhonete hilux um meio de transporte que é bastante resistente
para vias de pavimentação asfáltica para viajem de longa distância,
apresentando um grande diferencial para vias que possuem trechos com maiores obstáculos
de tráfegos, tais como, pedras, maiores quantidades de panelas (buracos)
durante toda a via, devido não apresentarem manutenções constante.
Quarta
– feira dia 19 de setembro de 2018, as 06: 50 foi o horário da saída em destino
a cidade vizinha Campo Maior Piauí cidade onde o nosso amigo e integrante do
grupo trabalha. O trajeto foi feito de modo que reduzisse o tempo de percurso até
o destino final, entrando em alguns bairros e saindo depois da Ladeira do
Uruguai que é o bairro que dá acesso a capital, diante disso não pegará o trânsito
rotineiro que sempre tem na entrada e na saída da capital teresinense.
O
trânsito na BR – 343 é bastante intenso no trecho que fica entre a saída de
Teresina até a PRF (Policia Rodoviária Federal) aproximadamente uns 10km de
trânsito bem lento em média de 60km/h devido uma grande quantidade e variedade
de carros de todos os tamanhos (pequeno, médio e grande). Após o trecho da PRF
o fluxo já começa a ser um pouco mais rápido com velocidade em média de 80km/h,
a maior dificuldade para quem mora na capital ou mora nas cidades vizinhas e
trabalha na capital ou cidade vizinha é o trecho acima mencionado que sempre
tem o pico muito alto durante toda a semana para quem entra ou sai da capital
para trabalhar.
O
percurso da casa dele até o trabalho dura aproximadamente 1h e 20 minutos, independente
de acelerar mais ou menos, o tempo do trajeto sempre permanecerá nesse período. Aqui finalizamos mais um meio de transporte e esperamos que as nossas observações
dessa viajem vocês tenham gostado e aproveitado bem o vídeo e o texto aqui
exposto, para um melhor entendido e aprendizado no geral.
E ai galera, aqui
seguimos com o nosso quarto meio de transporte. A nossa escolha de hoje foi um avião,
um integrante do nosso grupo viajou de Teresina para São Paulo no dia
30 de agosto de 2018. O aeroporto de Teresina apresenta atualmente uma sala de
embarque espaçosa, em acordo com a demanda, dando conforto aos passageiros na
espera. O avião saiu de Teresina as 13:00 e fez conexão em Brasília, onde
chegamos as 15:25 e nosso próximo vôo seria as 16:05, isso ocasionou uma certa
apreensão, já que o embarque deve ser feito até meia hora antes do vôo.
Em São Paulo pousamos no
aeroporto de Congonhas. Tanto o aeroporto de Brasília como o de São Paulo
também apresentam atualmente salas de embarque bem espaçosas. No dia 04 de
Setembro foi nosso retorno, fazendo o mesmo trecho e novamente desembarcamos e
corremos para pegar o próximo vôo em Brasília. Outra questão que observei foi
que agora com o fato de a bagagem não estar mais inclusa no preço das passagens
a maioria dos passageiros estão optando por levar bagagem de mão, o que
tumultua um pouco dentro da aeronave. No vôo de volta tive inclusive que
despachar minha bagagem de mão por falta de espaço dentro do avião.
Portanto na viagem observei
que atualmente as estruturas dos aeroportos brasileiros estão em acordo com
suas demandas e com isso proporcionando um melhor conforto aos passageiros.
E
ai galera, aqui seguimos com o nosso terceiro meio de transporte. A nossa escolha
de hoje foi a bicicleta, um meio de transporte que vem aumentando a cada dia
por grande parte da população, visto que aderiram em sair do sedentarismo para
buscarem melhores condições de saúde, além de ser um meio de transporte que é
bastante favorável para o uso de qualquer pessoa, desde a criança até o idoso,
de modo que deve ser usado de forma adequada e com responsabilidade sempre
respeitando sua ciclovia e andando com suas devidas proteções para uma melhor
segurança.
Vamos
lá para as nossas observações considerando as condições das vias públicas,
incluindo as sinalizações horizontais e verticais, o tempo de percurso, eficiência
de todo o trajeto e por último o respeito com o ciclista. Os critérios feitos
sobre os pontos positivos e os negativos e apresentaremos algumas soluções para
os ciclistas.
Os
pontos positivos: As vias apresentaram boas condições de uso somente para o
meio de transporte a partir dos carros de pequeno porte, com sinalizações horizontais
e verticais bem sinalizadas, apresentando boa manutenção em toda a via do
percurso. Não
houve pontos positivos nesse percurso para o ciclista.
Os
pontos negativos: O ciclista as vezes tem que disputar espaço com os carros,
pois o acostamento não é bem adequado para o ciclista. Os pontos mais críticos que
foram observados durante o percurso, foi que tinha muitos carros estacionado nos
acostamentos fazendo com que o ciclista se desvie e invada a pista de rolagem
dos carros, correndo risco de vida, tinha uma parte do percurso que a drenagem
e o excesso de mal cheiro na via dificultava um pouco tanto para o ciclista,
como pedestre, motociclista e até mesmo para os motoristas de carros de
pequeno, médio e grande porte.
As
condições da estrutura da pista de rolagem estavam de acordo com as normas de
transito para os meios de transportes a partir dos carros de pequeno, médio e
grande porte. O grupo concluiu que as vias públicas do trajeto que foi feito
não estavam adaptadas corretamente para o ciclista, com isso aumentando o risco
de acidente do ciclista com outro meio de transporte.
As
soluções que o grupo propôs, foi que além da Avenida Raul Lopes que é referência
para o ciclista na cidade de Teresina Piauí, que as autoridades aumentassem o número
de ciclovias em alguns pontos estratégico da capital para facilidade e comodidade
dos usuários e assim terem menores riscos de vida, e por consequência a capital
estará caminhando para um bom desenvolvimento social e cultural para todos os teresinenses.
E ai, galera, como foi explicado na postagem anterior, toda semana estaremos fazendo uma análise a respeito de um meio de transporte dentro de nossa querida cidade de Teresina-PI. A nossa escolha de hoje foi a motocicleta, visto que grande parte dos piauienses usam este meio de transporte em seu dia-a-dia. Só na capital, as motos tem a representatividade de 35,2%, somando uma frota de 144.307,68 motocicletas (Fonte Detran 2015) ficando em segundo lugar e perdendo apenas para os carros, com o percentual de 43,27%. Com números tão expressivos e em crescimento, surge a necessidade de se fazer uma análise sobre as condições que os usuários desse meio de transporte enfrentam todos os dias, e, para isso, foi feito um trajeto com distância aproximada de 5,3km, num horário com fluxo moderado para um melhor aproveitamento das imagens. Para critério de avaliação, foram considerado as condições da via, a sinalização horizontal e vertical, o tempo de percurso, visando a eficiência do trajeto, e o respeito com o motociclista. Sem mais delongas, vamos lá!
Os pontos positivos: As vias apresentaram boas condições de uso, com manutenção em dias e não apresentaram nenhum desconforto para o motociclista, assim como toda a sinalização horizontal e vertical analisada. O tempo de percurso foi de aproximadamente 7 minutos, respeitando a velocidade diretriz da via, e foi considerado como satisfatório, valendo a ressalva de que foi feita num horário de fluxo mediano.
Os pontos negativos: Foi observado que o motociclista não está cumprindo as normas de trânsito ao trafegar sem o uso de equipamentos de proteção adequados, o que pode comprometer sua integridade física em caso de acidente, além da iluminação traseira funcionando de forma precária. Outro ponto observado foi o descumprimento das sinalizações horizontais e verticais, tanto pelo motociclista quanto aos outros usuários da via, pondo em risco a integridade dos condutores de uma forma geral.
De uma forma geral, as condições impostas pela estrutura de trânsito estavam dentro das normas para o trajeto analisado, e com o crescente número de acidentes, uma hipótese levantada pelo grupo é o descumprimento das normas de trânsito, o desrespeito com o motociclista, além de prevalecer a lei da selva em nossas rodovias, onde quem ganha são os mais fortes e maiores, mesmo quando a legislação prega exatamente o contrário. Até onde vamos chegar? quantas famílias ainda vão sofrer com a falta de seus entes queridos perdidos no trânsito? Todas esses questionamentos nos levam a um único pensamento: Mais educação e fiscalização no trânsito!!!